Em primeiro lugar, espero que gostem do novo aspecto aqui da barraca, para quem não sabe o grande engenheiro foi o Shôr LR, eu fui apenas o inapto com bom gosto que fui dando uns pareceres, por isso, se não gostarem, não venham falar comigo. (Grande Trabalho Parceiro, Muita Bem!)
Dito isto… vamos falar de Grupos Sociais? Vamos sim senhor!
Vamos dizer alguma coisa de jeito? Certamente que não!
Todos nós sabemos o que são Grupos Sociais e creio que temos aproximadamente o mesmo conceito, mas caso haja por aí alguém sob o efeito de drogas pesadas, a minha definição de Grupos Sociais, pelo menos no contexto em aqui me refiro, são grupos de pessoas que os seus interesses coincidem de tal forma que aparentam ser todos clones uns dos outros.
E o que há a dizer sobre Grupos Sociais? Muito pouco! (e peço desde já, por isso, desculpa pela fraca qualidade do texto que estão a ler e ponho à vossa disposição o quadradinho com um X que se encontra no canto superior direito dos vossos monitores.)
O que me leva a falar sobre este Grupos Sociais é o facto de os achar a todos, ou uma grande parte, limitadores da singularidade, originalidade e criatividade da raça humana.
Quem é que define estes grupos? A grande parte deles associados a correntes musicais. E no caso destes, quem os define? Um grupo de tipos de uma editora que se juntam num escritório e definem que vão lançar mais uma banda extremamente original com narizes de palhaço na sua indumentária e no próximo Rock in Rio temos por lá, entre os grupos anteriores um monte de tipos com nariz de palhaço e que auto-intitulam “Clown Noses”, e lá estão eles a curtir o festival ao lado dos Punks, dos Metaleiros, dos Rastas, dos Dreads, dos Chungas do Hip Hop, dos Betos e dos outros?
Os Grupos Sociais não vêm só da música, temos também os religiosos, que se dividem e não se misturam, os Cristãos, os Muçulmanos, os Budistas e os Hindus!
E muitos mais Grupos Sociais, dentro de Grupos Sociais, dentro de um grande Grupo Social que é a sociedade! E assim vamos tendo os cordeirinhos dentro dos rebanhos como se deseja, uns mais desobedientes que outros é bem verdade, mas todos vão servindo o seu propósito, até mesmo no crescimento de cada um de nós, quem não foi ou teve um amigo que se vestiu como quase todos os grupos que foram aparecendo?
Eu (e tendo em conta que a minha opinião não vale nada), gosto de me enquadrar no meu grupo, os Outros. Os que não têm um código de vestuários, nem ouvem todos a mesma música, nem sequer todos os interesses coincidem, mas são amigos, porque para socializar não precisamos de ser todos clones uns dos outros! O grupo dos Outros não exclui ninguém e orgulhamo-nos de ser todos diferentes!
Como dizia um professor que tive:
“Todos Diferente! Todos Diferentes!”
Houve poucas coisas tão bem ditas, que tenha ouvido, como esta!
Saudações! HC