28 agosto, 2006

Mentes estranhas

Segue, há já 2 dias, uma espécie de debate sobre o estado actual da juventude, motivado por esta preciosidade, publicada por um indivíduo, que faz questão de deixar bem claro, nas suas intervenções, que tem 25 anos e é licenciado em Direito pela FDL. Fiquem desde já avisados que, surpreendentemente, o post em causa não tem qualquer carga irónica.
Para os interessados, a discussão, contando mais recentemente também com a presença do autor do post em causa, segue ainda meia-acesa no excelente Devaneios Desintéricos .


Agumas das pérolas, do iluminado DJ:

"Se estivessemos a viver sob uma ditadura, eu poderia apregoar a minha ideologia à vontade, porque apregoaria o sistema. Logo, não preciso de uma democracia para valer o meu ponto de vista"

"A liberdade de pensamento sempre foi permitida em pleno regime, apenas tinha limites. Havia e ainda hoje há muita gente que não merece pensar, porque pensa demais e pensa disparate. As pessoas usam e abusam da liberdade de expressão que têm e depois acabam por entrar no campo da barbaridade. É para isso que existe um Regime: para ensinar as pessoas a pensar como deve ser!"

"Não tiraria nada ao Regime, tal como ele aconteceu. Tirando a parte das torturas, claro. Torturar alguém só se justificaria em caso de necessidade de confissão ou produção de prova. Não por se falar anti-regime. Mas uma boa temporada na prisão (sem tortura... bastam os companheiros de cela) resolveria o assunto para quem ousasse falar mal do Regime que tanto nos ajuda a crescer"

"...eramos um país seguro (sem estarmos empestados de imigrantes e ainda por cima destróiem tudo e vivem como animais, querendo fazer de Portugal uma selva."

"não sou de extrema-direita, nem racista, nem nacionalista, nem essas coisas (algumas delas também conseguem ser pragas... tão ou mais pragas que os imigrantes e que os comunistas e bloquistas - que não sabem o que é conteúdo ou argumento, apenas dizem que são do contra "porque sim")"

“nos sexos não incluo os prevaricadores dos homossexuais, que eram outra raça merecedora de Tarrafal”

O bold é da minha autoria. LR

23 agosto, 2006

O mundo é composto de mudança...

Saudações alienígenas! Eu sei que nasci cá, mas por vezes não tenho bem a certeza!
Este verão foi uma pequena desilusão, não sei o que se passa com a nossa malta, temos dois tipos de juventude, aquele que se torna membro da sociedade e aquele que desesperadamente não se quer inserir na sociedade, mas que quando dão por eles são tão banais como os outros!
Lembro de ser uma criança ainda e fazer aqueles pactos com os amigos:
“Nunca vamos ser como os adultos são!”
“Nunca vamos deixar de agir como os jovens que somos!”
E coisas do género!
Mas a verdade é que a maioria caiu naquilo que eu julgava que nunca iríamos cair, o que me leva a crer que não há forma de escapar à idade adulta!
O que antes servia de brincadeira e diversão, o simples facto de estar um grupo de amigos juntos, mesmo sem fazer nada, hoje é apanhar uma grande seca!
Se calhar até fui eu que mudei, mas não é essa a sensação que tenho, parece que estou a perder um qualquer comboio, mas acho que esse comboio se vai descarrilar, por isso, fico contente de não o apanhar!
Se querem ser realmente diferente, mantenham-se crianças, irreverentes, conscientes!
Ser adulto não é fazer o que os outros adultos fazem, é ser responsável!
E as minhas palavras são vão longas, para um assunto que nem sentido faz, o mais certo é se eu não apanhar o comboio, ele vai-me apanhar a mim, de qualquer forma, não me vai levar sem uma boa luta!
Façam o que acreditam e não o que vos incutem, seja a sociedade, ou o grupo de amigos! Sejam singulares, daqui a uns tempos isso pode vir a ter valor, mesmo que agora possa parecer apenas que estão deslocados! Um Abraço a todos os que mudaram! HC

14 agosto, 2006

Morangos com Açúcar (e um bocadinho de Napalm)

Ora Boas! Em primeiro lugar, queria pedir desculpa, não sei bem a quem, visto que as únicas pessoas que devem ler isto são os donos do servidor, para ver se não lhes andamos a faltar ao respeito! De qualquer forma, desculpem a ausência de textos, mas tenho andado um pouco perturbado com toda esta guerra lá para os lados da terra santa! (como eles lhe chamam) No meu ponto de vista esta gente só anda a dar argumentos ao Ateus para futuros debates teológicos! Também não tenho escrito porque os tipos do servidor não são portugueses e não iam perceber nada do que nós escrevemos aqui e visto não haver mais leitores não se justifica o esforço! Um terceira razão é não me apetecer!
Quem se tiver a questionar o porquê do título, pode parar de o fazer, porque isso é uma coisa idiota de se perder tempo a fazer, questionem-se antes o porquê de deus ter prometido a mesma terra a três povos diferentes! Aquele tipo não ganha juízo!
No entanto e se a duvida persistir, o titulo é uma mera campanha publicitária, visto ser o tema que até hoje atraiu mais leitores a comentar, o que me deixa sérias duvidas em relação à continuidade deste blog!
Vamos lá a ver se agente se entende, isto é um projecto sério…quer dizer…não é sério, mas por amor de deus, morangos com açúcar??? Aqueles meninos era vestir-lhes umas camisolas a dizer Israel e com bandeiras americanas nas costas e largá-los no centro de Beirute!
Agora que já cumpri a minha parte como co-criador deste infame e vamos lá, porque não, vazio blog, me despeço e deixo desde já aqui um anuncio para os lideres israelitas que possam ler este blog, deixem de tentar ser uma América, nunca vão conseguir ser gordos e de cabelo liso e oleoso como eles, porquê tentarem o terrorismo? Se toda a cultura americana se baseia nestes dois bastiões que acabei de referir? Pensem Nisso! HC

31 julho, 2006

Qana

"Cruz Vermelha contou 56 mortos em Qana, incluindo 34 crianças"

Onde se encontram palavras que definam tamanho acto diabólico?

Nada de palavras. Só uma revolta cada vez maior, crescendo no peito. LR

24 julho, 2006

Google, esse eterno aliado

Para demonstrar toda a credibilidade que o Macacos Me Mordam merece, aqui ficam algumas tag's que direccionaram alguns leitores para o blog, através de motores de busca:

autocolante do salazar
cannabis-joint
bedroom "bairro alto"
acidentes com mortes decapitadas

Podem verificar no Site Meter.
E assim se vira mais um página dourada na história deste blog. LR

21 julho, 2006

Good things come to those who wait!



Agora, que os exames ficaram para trás, em que o último foi precisamente de Evolução, nada melhor que este anúncio para assinalar esse acontecimento. Evolução e bejecas!
Agora esperemos que 'Good things come to those who have waited'.
Boas férias (para aqueles que efectivamente estão de férias. Para os outros, aqui vai um 'temos pena' muito sentido: Temos pena!)!

18 julho, 2006

Mideast war



by Bob Englehart

Verão a Bombar

Pelos vistos vamos ter um verão bem quente e sempre a bombar, que o digam os israelitas!
Povo estranho aquele, as vítimas do holocausto devem estar a dar voltas no túmulo, ou talvez não, talvez tenha sido uma questão de oportunidade, quem teve o poder primeiro é que dizimou os outros! Não sei em que medida é que o holocausto justifica a oferta daquele bocado de terra aos judeus, mas já que lha deram, podiam fazer melhor uso dela e dar exemplo aos outros povos! Eles realmente estão a dar o exemplo, mas do que não se deve fazer!
Por vezes questiono-me do que é realmente terrorismo! Não serão estas guerras ditas “legitimas” mais terroristas que os actos da Al Qaeda? Matam mais pessoas inocentes e não têm sequer um ideal por trás, por mais extremistas e fanáticos que possam ser os ideais do Bin Laden!
O que mais me espanta não é bem o que os Judeus estão a fazer, porque que eles são estúpidos já eu sei, o que me espanta realmente é a apatia dos outros países, como o nosso! Este pro-americanismo já me começa a fartar em grande escala, tivemos a peste negra, a gripe espanhola, temos a sida e agora temos também os Americanos, a vacina já temos, ninguém tem é coragem de a aplicar!
Não quero que o meu texto pareça muito incendiário, mas realmente só não vê quem não quer, é bem evidente que a fonte dos problemas do mundo vem daquele país que se julga dono do mundo e pelos vistos vão conseguindo, porque os nossos governos não são mais que uma cambada de vendidos que calam a boca por meia dúzia de barris de petróleo e não se preocupam com a imoralidade do seu silencio! Sempre me ensinaram que tão ladrão é o que vai roubar como aquele que fica à porta, e nós temos ficado à porta já vezes demais, pode ser que nos vínhamos a arrepender dos actos dos nossos governos!Não à guerra! Mas tenho muita pena que ninguém ainda tenha conseguido mais do que deitar duas torres a baixo contra estes tiranos e todos os seus aliados, lista de aliados que nós fazemos parte, mas apenas porque os tomates ficaram nas caravelas dos descobrimentos, cambada de Castrados! Fight the American Power! HC

15 julho, 2006

Uma ideia

E se matássamos toda a espécie humana? Isso não quereria dizer que todos os terroristas seriam mortos também, podendo nós ficar então descansados? LR

Adenda: Dizem-me agora que EUA e Israel já tiveram esta ideia.

09 julho, 2006

Homenagem aos heróis

Quem ler o título deste post poderá pensar que pretendo aqui fazer uma homenagem à Selecção Portuguesa de Futebol. Mas quem quero homenagear aqui são os verdadeiros heróis. Aqueles que voluntariamente lutam ano após ano contra o Inferno na Terra.
Hoje morreram seis bombeiros quando combatiam um incêndio. E durante o Verão serão muitos mais aqueles que arriscarão a sua vida a fazer aquilo que pouca gente teria coragem de fazer, que eu não tenho coragem de fazer.
Gostava que os portugueses se desdobrassem em homenagens aos nossos bombeiros como fizeram aos jogadores da Selecção. Gostava que os bombeiros recebessem visitas do Presidente da República e do Primeiro-Ministro para lhes levantar a moral enquanto combetem os fogos, tal como é feito com a selecção nos seus jogos. Gostava que os Presidentes entregassem medalhas aos bombeiros como já entregaram aos jogadores e decerto será entregue desta vez. Gostava que os jogadores homenageassem os bombeiros como os bombeiros os homenagearam a eles ainda hoje. Gostava que os bombeiros recebessem um terço do que recebem os jogadores. Gostava que tivessem o trabalho tão reconhecido como têm os jogadores. Porque se há compatriotas que me deixam orgulhoso de ser português são estes.
Não digo que não vibro com os jogos de selecção, que não me entusiasmo, mas ainda assim vejo naquele jogo uma sobre-valorização levada ao extremo. Meia-dúzia de jogadores mergulhados nos seus egos que ganham meia-dúzia de jogos numa competição que tresanda a corrupção não deveriam ser recebidos como heróis quando estes bombeiros que travam tão nobres lutas são ignorados. Como foi a morte destes seis bombeiros, reduzida a nota de rodapé enquanto são recebidos os 'heróis'.

Aos bombeiros de todo o mundo, um obrigado pela vossa coragem, por arriscarem a vossa vida para salvar a dos outros, para salvar as florestas, por enfrentarem aquilo de que nós fugimos. Voçês são a equipa do mundo. Voçês são os heróis. LR

Desumanidade

06 julho, 2006

Isto era torturar os árbitros todos!

"Se existem razões para a América do Sul se sentir envergonhada, é por causa de coisas como esta!"

Scolari, confesso admirador de Pinochet, em relação à arbitragem de ontem. LR

15 junho, 2006

Mundial é isto

TVI. Fim do Telejornal.
"Fique agora com os melhores momentos do Mundial".
Aparecem uma série de tentos de belo efeito, jogadas bonitas, etc. Até que aparece a polícia de choque alemã e logo a seguir um adepto, polaco ou alemão, a levar umas marretadas na cabeça com um cacetete por parte de outro indivíduo, aparentemente civil.

De uma coisa ninguém pode acusar a TVI: falta de coerência. LR

13 junho, 2006

31 maio, 2006

Ser ou Não Ser?

Nos últimos dias deparei-me com ela e aí entendi a possível profundidade de tal questão, que poucos se arriscam tentar responder! E não é o que vou tentar fazer!
E como eu, se ainda não se depararam com tal questão, podem-se ir preparando, pois ela há-de aparecer!
Todos nós a dada altura da vida nos questionamos se somos realmente aquilo que pensamos ser, aquilo que queremos ser ou aquilo que os outros dizem que somos e muito raramente chegamos a uma conclusão. Podemos optar por não nos importarmos com isso, mas de tempos a tempos ela volta de novo. Podemos chegar a uma conclusão, mas mais cedo ou mais tarde vem algo ou alguém que nos faz pôr tudo isso em questão!
A descoberta de quem somos é paralela ao percurso da nossa vida, e quando encontramos a resposta é porque pouco mais temos a aprender com a vida e nos podemos sentir realizados, aí teremos a confiança que sempre desejamos ter e a segurança que precisamos!
Que somos algo, todos nós sabemos, o que nos distorce os pensamentos é o que somos e não realmente se somos! Eu sei que sou, só não sei bem o que sou!
E acho que a resposta só terá sido encontrada quando as opiniões, acontecimentos e reflexões não nos fizerem voltar a questionarmo-nos sobre este assunto!
Acho que estou a ser demasiado filosófico e até idiota, mas achei que devia partilhar estes pensamentos com quem tiver interessado em ler isto, gostava de receber as opiniões de quem se quiser questionar sobre esta problemática!
Em Busca do Conhecimento Interior….HC

22 maio, 2006

Nascidos antes de 1986?

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta á base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "á prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos… se os quiséssemos encontrar, íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e á barra e a bola até doía!
Caíamos das arvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
Parabéns!
Subliminar Message
(isto é uma adaptação de um e-mail que recebi e achei que deveria partilhar com o resto da malta, como não sou adepto do e-mail em cadeia, achei que esta seria a melhor forma de o transmitir) HC

Calvin & Hobbes (21)



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18 maio, 2006

Touro Lindo

Com a inauguração do novo Campo Pequeno aviva-se de novo a questão sobre os direitos dos touros e levantam-se vozes contra as touradas.
Tentando manter uma visão imparcial sobre a questão, parece-me que, infelizmente, é completamente inviável proibir as touradas na actualidade. Sobre várias perspectivas.
Primeira: as touradas estão muito enraizadas na cultura e tradição portuguesa (ao contrário dos circos com animais onde julgo que não haveria grande oposição se fosse proibida a utilização de animais). É raro o vilarejo onde não se pratiquem mini touradas, e onde não existam aficionados. E quem gosta de touradas normalmente leva-o a sério, e não me parece que se aceitasse de ânimo leve a sua proibição.
Segunda: a proibição das touradas levaria, provavelmente, a que fossem efectuadas touradas ilegais em piores condições dos que as que são feitas agora.
Terceira: o fim dos touros bravos. Sem touradas não tenho dúvidas que os touros bravos desapareciam do mapa. Infelizmente, a mentalidade do homem ainda é “os animais existem para nos servir”. Como li há pouco no site de um aficionado da tauromaquia, “O touro bravo existe para ser lidado na praça. Se assim não fosse (…) não havia necessidade de existir o touro bravo”. Necessidade. Triste, mas é isto que as pessoas pensam.
Parece-me, ainda assim, que a minoria que são os touros utilizados em touradas compensa a existência de todos os muitos outros, que nunca chegam a ser utilizados. Só são utilizados touros com características muito específicas. Como me contava há dias o amigo hoolie, uma nossa amiga dizia que preferia que desaparecessem todos os touros a que fossem feitas touradas. Parece-me que fundamentalismo deste não ajuda em nada a causa dos touros.

Na minha opinião é triste que ainda se goste deste triste espectáculo. Mas o que é certo é que se gosta. Como dizia o Gandhi, “A grandeza duma nação e o seu progresso moral podem ser avaliados pela forma como tratam os seus animais.”
Pelo que oiço e leio, parece-me que, ainda assim, há hoje em dia menos fãs desta carnificina do que existiam há 30 ou 40 anos, e são raros os jovens que não tenham de certa forma aversão a touradas. O que só me leva a crer que a mentalidade sobre este tema, e sobre direitos dos animais em geral, está a evoluir, não tão depressa como desejaríamos, mas está a evoluir. A quem defende os direitos dos animais só resta jogar com as cartas que tem, tentar sensibilizar quem gosta das touradas, e acima de tudo fazer as crianças perceber desde cedo o errado que é usar os animais apenas para nosso divertimento de maneira tão cruel. O ideal seria com uma varinha mágica poder mudar esta mentalidade de um momento para o outro. Tal não é possível. Por isso que se começe com pequenos passos para percorrer a grande distância que é fazer da consciência dos direitos dos animais algo generalizado na sociedade.
Por enquanto, resta exigir que os touros sejam abatidos logo após a tourada em condições o mais dignas possíveis, e não que fiquem a sangrar durante dias até que o matador abra nas 2ªs feiras. LR